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Galo,

Atualizado: 8 de jul.

Galo enquanto processo criativo nas artes visuais e seu desdobramento poético e abstrato.



Tanto o artista, quanto sua arte, absorve influência do meio em que vive e cria o seu próprio repertório, dessa maneira alimenta-se criativamente de suas construções pictóricas. Suas criações, portanto, serão subsidiadas por essa circunspeção. 

O diferencial criativo na maioria das vezes se dará no processo da representação, resultando daí dissabores, deleitação ou então genialidade. 

É nesse sentido que reavaliei o Galo enquanto tema recorrente nas artes plástica de importantes artistas, que resultou na pauta deste artigo: no século XVII ou XVIII, no Reino de Benim, na Nigéria, o Galo é representado com acentuado realismo, em especial no tocante às proporções e à reprodução das penas https://search.app.goo.gl/AYRHcip. No entanto, o interesse central do artista era o de retratar a força masculina e não reproduzir meramente as formas naturais do animal.

Já Horten Werneck, em seu processo de construção de sua série Galo mostra transições criativas em quarenta e uma pinturas sobre tela de grande a pequenos formatos, onde a figura do Galo protagoniza a série, https://search.app.goo.gl/y6uuuNA o artista em questão teve a intenção de revisitar às fases de transição e decomposição das formas, da figuração à abstração no espaço compositivo. 

Picasso destaca em suas representações de Galo a expressão do animal, https://search.app.goo.gl/7kQbqKo. Já os Galos de Aldemir Martins, trazem o realismo     https://search.app.goo.gl/L3mQ9UW com a representação de cores vibrantes e acentuadas.


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